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Pesquisadora nas áreas de sustentabilidade e saúde da habitação. Tem como objetivo projetar e prestar consultoria a clientes com interesse na busca pelo Viver Saudável, uma interação equilibrada entre meio ambiente, pessoas  e o Lar em que habitam.

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Muita Luz e Amor,

Celina Lago

17 de jul de 2012

Construtora ergue o primeiro prédio que gera mais energia do que consome


Para a maioria dos arquitetos, o prédio dos sonhos é aquele que consume zero de energia. Mas os profissionais do Arte Charpentier Architects queria mais e decidiram construir o primeiro edifício que gera mais energia do que consome.
Do projeto aos materiais, passando pelo comportamento do usuário, a Torre Elithis aplica as últimas técnicas de desenvolvimento sustentável e consegue produzir seis vezes menos gases do efeito estufa que os prédios comuns.
Construída em Dijon, na França, o prédio foi totalmente planejado com base em uma ideologia sustentável que prega a escolha de materiais com a partir do seu impacto ambiental, o uso da energia solar, de iluminação e ventilação naturais e conscientização e participação de seus usuários na economia e uso consciente de energia.
A torre, que originalmente era apenas um desafio teórico iniciado por Thierry Bievre, Diretor Geral da Elithis Engenharia, é feita de madeira e possui isolamento feito com material reciclado. O prédio também possui 330 painéis solares e um protetor solar para remover o excesso de calor e permitir a entrada de luz natural. As emissões do escritório ainda são recuperadas e reutilizadas dentro da própria torre.

Espalhando a ideia

A Elithis Engenharia não quer que sua proeza energética passe despercebida, por isso a empresa instalou 1.600 sensores de energia em todo o prédio e projetou um letreiro público que informa o seu consumo energético diário.


Por ser o primeiro laboratório de ativos ambientais desse tipo no mercado, cientistas, pesquisadores e universidades também são convidados a visitar o edifício e avaliar as informações recolhidas no projeto.

E a melhor parte talvez ainda esteja por vir: o prédio de 10 andares e 16 mil metros quadrados custou US $ 10 milhões – preço relativamente baixo para os padrões desse tipo de construção e comparável ao de edifício tradicional. É mais uma prova de que edifícios verdes também podem ser acessíveis.

Fonte: Portal EcoD