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Pesquisadora nas áreas de sustentabilidade e saúde da habitação. Tem como objetivo projetar e prestar consultoria a clientes com interesse na busca pelo Viver Saudável, uma interação equilibrada entre meio ambiente, pessoas  e o Lar em que habitam.

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Muita Luz e Amor,

Celina Lago

22 de mai de 2010

Canadá tem sua primeira Comunidade 100% Sustentável

Cada vez mais surgem comunidades ecológicas e sustentáveis pelo nosso planeta. A Drake Landing Solar é a primeira comunidade totalmente ecológica, localizada na cidade de Okotoks no Canadá. O projeto estabelece um ótimo exemplo de como as famílias podem viver em um estilo de vida sustentável e econômico.

Existem 800 painéis solares localizados em toda a comunidade, em garagens e telhados, onde produzem 1,5 mega-watts de eletricidade e água quente para todos os seus habitantes, o equivalente a 90% das necessidades da mesma.
O sistema de aquecimento de água é diferenciado, onde uma solução de Glicol é aquecida pelos painéis solares, que viaja da central de energia, através de um permutador de calor dentro da comunidade, para a água então, ser distribuída para todas as casas.


A conservação da água foi um ponto obrigatório para todas as casas, e materiais reciclados foram utilizados na construção, juntamente com materiais e mão de obra local. Todas as casas foram certificadas pela norma R-2000 para eficiência energética em construções.
Um bom exemplo de construções sustentáveis para todos nós, e esperamos que muitos arquitetos e construtoras vejam este exemplo com uma forma viável de construção. Fica a dica.




CALFITICE


Beleza e harmonia são características intrínsecas desta técnica



Calfitice é uma mistura para diferentes aplicações. O próprio nome explica a técnica: Cal + Fibras + Tierra + Cemento (em espanhol). Sua origem é colombiana, onde foi aprimorada pelas mãos de Luis Carlos Rios, Engenheiro especialista em Geobiologia. Diferente das misturas de solo-cimento ou solo-cal onde a mistura é em estado semi-úmido no calfitice o a mistura é em forma de pasta, a fibra é o elemento que evita a trinca.
Sua versatilidade em seus diferentes traços permite vários usos: revestimentos de paredes (convencionais, de madeira ou de terra), relevos artísticos, coberturas e também como estruturas.

Telhado em Calfitice Externo

Telhado em Calfitice Externo

Lojas verdes

Sim, elas já exixtem! Selecionamos seis endereços que oferecem produtos para todas as etapas da construção. Tudo para tornar sua obra sustentável
Por Giuliana Capello
Revista Arquitetura e Construção - 09/2008

SUPERGREEN

Boa para: soluções sustentáveis de hidráulica, Veridiana Scarpellica e energia.
Por que escolhemos: oferece sistemas de água e energia solar de acordo com a demanda do cliente. Entre os mais vendidos estão tubos e conexões de PPR, captação e reúso de água de chuva, painéis fotovoltaicos, aquecimento solar de água a vácuo e sistemas de tratamento biológico de esgoto.
Fator extra: promove cursos de capacitação de mão-de-obra para instalações hidráulicas.
Como trabalha: soluções e produtos sob encomenda, com garantia dos fabricantes e profissionais indicados para a instalação.

PRIMAMATÉRIA

Boa para: todas as etapas da obra, da estrutura aos acabamentos.
Por que escolhemos: o show room incorpora alguns produtos oferecidos pela loja, como tintas à base de terra e piso de marmoleum.
Outras opções: pisos de madeira de reflorestamento, equipamentos para captação de água de chuva e painéis fotovoltaicos.
Fator extra: para quem vai construir, a loja conta com profissionais para a elaboração do projeto.
Como trabalha: produtos sob encomenda, com entrega em uma semana. A instalação feita por profissionais indicados pela loja.

ECOPRODUTOS

Boa para: todas as etapas da obra, do projeto à decoração.
Por que escolhemos: Ela é apoiada pelo Instituto para o Desenvolvimento da Habitação Ecológica, que presta serviço de consultoria de projetos e desenvolvimento de produtos sustentáveis.
A loja comercializa cerca de 5 mil itens – argamassas, tintas, telhas, peças artesanais e produtos de limpeza.
Fator extra: organiza cursos de capacitação em ecoprodutos para profissionais da construção.
Como trabalha: produtos e soluções sob encomenda, garantia dos fabricantes e indicação de mão-de-obra.
Informações: http://www.idhea.com.br/ 

ECOLEO

Boa para: acabamentos de madeira e produtos para marcenaria.
Por que escolhemos: aberta em 2003, foi a primeira revenda de madeira certificada da América Latina. Todos os produtos levam o selo do Conselho Brasileiro de Manejo Florestal (FSC): painéis, pranchas, compensados, MDF e madeira serrada bruta de várias espécies.
Fator extra: promove treinamento e consultoria para arquitetos designers e marceneiros. Tem parceria com escolas de marcenaria moderna do Senai. Como trabalha: produtos com pronta entrega e indicação de mão-de-obra.
Informações: http://www.ecoleo.com.br/ 

ECOCASA

Boa para: soluções hidráulicas e de acabamento.
Por que escolhemos: a loja trabalha exclusivamente com produtos e serviços sustentáveis para construção e reforma.
Destaque para o sistema de captação de água de chuva, coletores solares e madeira plástica (feita de plástico reciclado, é ideal para piso, deck, bancos de jardim e acabamentos).
Fator extra: elabora projetos de acordo com a demanda do cliente.
Como trabalha: produtos sob encomenda, com assistência técnica e instalação feita pela loja ou com indicação de mão-de-obra.
Informações: http://www.ecocasa.com.br/ 

CEC.COM.BR

Boa para: etapas de acabamento.
Por que escolhemos: a loja virtual da C&C conta com cerca de 250 produtos com o selo ECO2, que identifica materiais de construção ecológicos e econômicos.
Destaque para luminárias solares, lâmpadas eficientes, tintas à base de água e equipamentos que reduzem o consumo de água em banheiros e cozinha.
Fator extra: inscrição online para diversos cursos gratuitos oferecidos nas lojas.
Como trabalha: compras pelo site, com entrega em todo o Brasil. Garantia dos fabricantes e prazo de troca de até 30 dias.
Informações: http://www.cec.com.br/ 

21 de mai de 2010

Arquitetura Sustentável - O que é um projeto sustentável

Hoje os edifícios são os principais responsáveis pelos impactos causados à natureza, pois consomem mais da metade de toda a energia usada nos países desenvolvidos e produzem mais da metade de todos os gases que vem modificando o clima.
O projeto de arquitetura sustentável contesta a idéia do edifício como obra de arte e o compreende como parte do habitat vivo , estreitamente ligado ao sítio, à sociedade, ao clima, a região e ao planeta. Se compromete a difundir maneiras de construir com menor impacto ambiental e maiores ganhos sociais, sem contudo, ser inviável economicamente.
A elaboração de um projeto de arquitetura na busca por uma maior sustentabilidade deve considerar todo o ciclo de vida da edificação, incluindo seu uso, manutenção e sua reciclagem ou demolição. O caminho para a sustentabilidade não é único e muito menos possui receitas, e sim depende do conhecimento e da criatividade de cada parte envolvida.
“É extremamente importante que o profissional tenha em mente que todas as soluções encontradas não são perfeitas, sendo apenas uma tentativa de busca em direção a uma arquitetura mais sustentável. Com o avanço tecnológico sempre surgirão novas soluções mais eficientes.” (YEANG,1999)

Veja mais: Asbea 
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Alguns princípios básicos devem nortear o projeto:

•Avaliação do impacto sobre o meio em toda e qualquer decisão, buscando evitar danos ao meio ambiente, considerando o ar, a água, o solo, a flora, a fauna e o ecossistema;

•Implantação e análise do entorno;

•Seleção de materiais atóxicos, recicláveis e reutilizáveis;

•Minimização e redução de resíduos;

•Valorização da inteligência nas edificações para otimizar o uso;

•Promoção da eficiência energética com ênfase em fontes alternativas;

•Redução do consumo de água;

•Promoção da qualidade ambiental interna;

•Uso de arquitetura bioclimática.

Quais as Vantagens de um projeto sustentável?

O projeto sustentável, por ser interdisciplinar e ter premissas mais abrangentes, garante maior cuidado com as soluções propostas, tanto do ponto de vista ambiental quanto dos aspectos sociais, culturais e econômicos.
O resultado final dessa nova arquitetura ecológica, verde e sustentável, proporciona grande vantagem para seus consumidores. Quem não quer ter uma casa saudável, clara, termicamente confortável e que gaste menos água e energia?
A casa ecológica, além de beneficiar o meio ambiente, garante o bem estar de seu usuário (faz bem para a saúde, para o bolso e para o planeta.)
Já a prática da arquitetura sustentável em empreendimentos imobiliários pode ser ainda mais vantajosa, uma oportunidade que não pode ser desperdiçada. Esse nicho de mercado é hoje um diferencial, mas no futuro se tranformará em requisito, pois está dentro da necessidade urgente de melhores indicativos de qualidade de vida.
Os principais benefícios são:

•redução dos custos de investimento e de operação;

•imagem, diferenciação e valorização do produto;

•redução dos riscos;

•mais produtividade e saúde do usuário;

•novas oportunidades de negócios;

•satisfação de fazer a coisa certa.
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Construção sustentável custa mais caro?

A adoção de soluções ambientalmente sustentáveis na construção não acarreta em um aumento de preço, principalmente quando adotadas durante as fases de concepção do projeto. Em alguns casos, podem atéreduzir custos. Ainda que o preço de implementação de alguns sistemas ambientalmente sustentáveis em um edifício verde gere um custo cerca de 5% maior do que um edifício convencional, sua utilização pode representar uma economia de 30% de recursos, durante o uso e ocupação do imóvel.

Um sistema de aquecimento solar, por exemplo, se instalado em boas condições de orientação das placas, pode ser pago, pela economia que gera, em apenas um ano de uso. Edifícios que empregam sistema de reuso de água (a água dos chuveiros e lavatórios, após tratamento, volta para abastecer os sanitários e as torneiras das áreas comuns) podem ter uma economia de água da ordem de 35%. Por princípio, a viabilidade econômica é uma das três condições para a sustentabilidade.
O estudo inglês Costing sustainability, “How much does it cost to achieve BREEAM and EcoHomes ratings (2004)”, concluiu que em alguns casos a adoção de estratégias avançadas de sustentabilidade podem inclusive reduzir custos.
“A construção sustentável não custa mais caro, desde que integrada na etapa de concepção do edifício, ou seja, desde a fase de projeto.”
Antônio Setin (presidente da construtora Setin)

“Além de gerar economia, a construção sustentável vai se valorizar. Ou seja, os imóveis sustentáveis terão maior valor de venda e revenda, em poucos anos”
Alexandre Melão (Esfera)

Fonte: Cria Arquitetura Sustentavel

Projeto Schola | Edifício Verde

Concebida em 2006, a Organização SCHOLA busca, através do ensino e apoio à carreira educaciona aliado à efetiva participação de familiares, promover socialmente jovens oriundos de classes menos favorecidas
SCHOLA é um programa complexo, elaborado por especialistas, empresários, pais, alunos, sociólogos, e interessados em desenvolver um processo consistente e sustentável de trabalho, que seja administrado por profissionais, dentro de políticas e valores éticos.
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Objetivo
O objetivo principal ao projetar a Schola foi propiciar aos estudantes um ambiente de aprendizado mais saudável e confortável possível. Os espaços são flexíveis e adaptáveis a diferentes usos, servindo como um atrativo na interação entre Schola e Comunidade. O Resultado é um edifício verde de 2500 m² com capacidade para 120 alunos, que vão estudar em um local ambientalmente correto, saudável e eficiente.
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Projeto
A primeira unidade do Projeto Schola será implantada na Zona Norte de São Paulo, região altamente adensada, e ocupará um terreno de aproximadamente 1000m2. A área exígua definiu uma planta compacta e vertical.
Preceitos de desenho universal foram utilizados na concepção de todos os espaços internos e externos para garantir a acessibilidade de pessoas com mobilidade física reduzida em todos os espaços. Uma rampa, que dá acesso a todos os níveis do projeto, se apresenta como uma solução mais apropriada e define o eixo de circulação do edifício.
A necessidade da integração Schola/Comunidade gera uma concentração de equipamentos nos primeiros pavimentos.
O pátio, coberto com pé direito duplo, caracteriza o espaço de entrada e distribuição de alunos, professores e visitantes. Além disso, Integra as áreas de uso comum, como auditório, refeitório e biblioteca, que poderão ser utilizados em diversas ocasiões pelos alunos e pela comunidade. Articula, ainda, os dois blocos que formam a escola: administração e aulas, abrindo-se no interior do lote para um pátio descoberto e jardins criando um respiro em meio ao adensamento da cidade.
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Conceito de Edifício Verde
O chamado “edifício verde” é aquele que consegue, ao mesmo tempo, minimizar os impactos gerados ao meio ambiente e otimizar a qualidade da vivência do espaço por seus ocupantes.
Muitos estudos mostram que a iluminação natural estimula e facilita o aprendizado, tornando essencial o uso de diferentes estratégias para trazer a luz do dia para dentro dos ambientes. Do mesmo modo, a qualidade do ar interior é uma premissa importante nas escolas, assim sistemas de ventilação natural e produtos com baixo teor de COVs devem ser adotados.
Maior eficiência energética e redução do consumo de água são atingidos com a utilização de tecnologias eco-eficientes, que além de serem soluções verdes, trazem menor custo operacional ao edifício.
Fonte: Cria Arquitetura Sustentavel

Materiais Ecológicos



A loja de materiais ecológicos MATECO surgiu do projeto Materioteca Ecológica que foi um trabalho de conclusão do curso de Desenho Industrial e trabalho de iniciação científica, ambos realizados na Universidade Presbiteriana Mackenzie.

Hoje a MATECO se dedica ao comércio de materiais ecológicos e reciclados, disponibilizando ao mercado uma linha de produtos que colaboram no desenvolvimento de projetos sustentáveis.

Mande um email para lojamateco@yahoo.com.br e encontre o material ecológico ideal para seu projeto.

Estamos pronto a atendê-lo.

Wiliam Comin

(11) 9723-0784

Fonte: Mateco

Atenção!
É muito importante a divulgação desses materiais para que cada vez, mais pessoas possam acessá-los, e mudar padrões de construção colaborando na mudança de paradigma, e com isso, ajudando nosso Planeta em sua sobrevivência. Independentemente de estar sendo remunerada por isso, ou não, faço a minha parte divulgando o que encontro na net a todos que aqui vem buscar informação.

Muita Luz e Amor a todos,

Celina Lago

Placa reciclada de tubo de creme dental texturizada

Chapa reciclada de Tubo de creme dental texturizada
Material 100% reciclado, obtido em forma de chapas, é produzido com aparas de tubos de creme dental (resíduo industrial). Disponível com duas texturas (quadriculada ou retangular) conforme imagem.

Ficha Técnica
Composição: aparas industriais de tubos de creme dental, 75% plástico (polietileno de baixa densidade) e 25% alumínio.

Comercialização: chapas de 2000×1000m nas espessuras de 4, 6, 8, 10, 12, 14, 16, 18 e 20mm.

Cores: colorido (branco com tonalidades coloridas e prata conforme material reciclado) e branco (branco e prateado do alumínio), conforme imagem.

Características sensoriais: brilhante, opaco, textura média/lisa, rígido, frio ao toque.

Características técnicas: impermeável, isolante térmico e acústico, não propaga chamas, altamente resistente a agentes químicos e suporta até 130Kg por m3. Alta durabilidade. Fácil de limpar. Excelente isolamento térmico e acústico. Não amassa, Isolante térmico. Anti-chama. Não amassa. Imune a pragas. Não apodrece. Resistente à umidade. Flexíveis

Processabilidade: corte, pintura acrílica, aceita pregos e parafusos e diversos acabamentos.

Principais aplicações: construção civil, arquitetura, stands, decoração. Mobiliário, Indústria naval e indústria de embalagens. Forma de concreto, carrocerias e placas de sinalização.

Certificações e Prêmios: Chapas de 4mm, 11mm e 15mm (lisas) testadas e aprovadas pelo IPT.

Informações Ambientais: Material 100% reciclado;

Fonte: Mateco

16 de mai de 2010

Plantando soluções com os jardins verticais

Prático, criativo e charmoso – esse é o jardim vertical. Na foto, um projeto da empresa Quadro Vivo, especializada no segmento de paisagismo / Fotos: Divulgação

Como uma alternativa para quem quer misturar qualidade de vida e rotina, os jardins verticais se tornam, a cada dia, os mais práticos aliados de quem está cansado do concreto. Das práticas mais simples às que exigem mais atenção, o cultivo do “verde” em área urbana, especialmente em casas e apartamentos, ganhou espaço e mostra que é possível cerca-se de flores e plantas sem gastar muito dinheiro ou tempo.

Segundo o técnico em paisagismo e especialista em arquitetura da paisagem Alexandre Fang, a busca das pessoas por agregar a natureza às suas vidas tem motivado a procura por jardins alternativos. “Em grandes cidades urbanas como São Paulo, relativamente opressiva em relação ao verde, as pessoas tendem a se fechar cada vez mais, o que provoca uma demanda no que diz respeito à busca por um refúgio. E ao voltar aos olhos para este ponto, a conexão com a natureza é imediata”, explica.

“Os jardins verticais surgiram pela falta de espaço, e em uma cidade onde os muros de propriedades chegam a 4 metros de altura, eles são uma opção para suaviar a quantidade de concreto. Observo através do estudos que está ideia veio dos jardins orientais japoneses – população que também esbarra com a questão do espaço, mas tem no cultivo de jardins e plantas a sensação de ‘ampliação’ do seu ambiente urbano”, diz Fang, que há 9 anos trabalha com paisagismo.



A Universidade Veiga de Almeida decidiu adotar uma parede verde feita a base de vegetais e coco verde reciclado, construída com o material alternativo ao uso de xaxim – raíz que hoje está em risco de extinção
Criativa, prática e charmosa, esta opção de verde para ser aplicada em lares é super flexível e com o apoio de vasos, paredes e até quadros, consegue dar um pouco mais de vida para qualquer ambiente – do quintal à sala de estar.

Para quem tem interesse em implantar um desses em casa, aqui vão as dicas, com comentários do paisagista:

•Cuidados preparatórios

1.Luminosidade: “A primeira coisa que deve ser avaliada na hora de implantar um jardim vertical é a incidência de sol e de luz. É preciso eleger o local adequado, considerando as ‘faces’ do ambiente em relação à luz, e dar atenção as plantas que serão cultivadas naquele espaço”.

2.Impermeabilização: “Aconselho que as pessoas não contem apenas com a impermeabilização das tintas convencionais. Já que a incidência de água será muito maior (devido a necessidade das plantas) a sugestão é que se aplique, onde irá colocar paines de plantas ou vasos pendurados, uma camada de argamassa polimérica”.

3.Água: “A minha sugestão para quem quer optar por um projeto com mais plantas, como um muro verde, é a irrigação. Este processo é uma boa alternativa para quem tem pouco tempo a dedicar com os cuidados das plantas e ainda é ótimo para evitar o desperdício deste recurso. Ecologicamente falando, o processo de irrigação chega a usar apenas 10%, aproximadamente, da quantidade de água que seria gasta no processo de rega convencional”.

4.Materiais Necessários: “É preciso ficar atento aos materiais usados. É importante saber de onde cada coisa vem. Assim como a madeira, pedras e até mesmo espécies vegetais não podem ser simplesmente extraídas da natureza – sua retirada indevida pode acarretar em sérios prejuízos para o ecossistema em que estavam inseridas”.

Algumas criações podem ser penduradas na parede como verdadeiras obras de arte

•Escolhendo entre as opções


Das criações que misturam tecnologias e plantas às singelas latinhas de alumínio pregadas na parede, as opções para quem quer implantar um jardim suspenso em casa são variadas.
É possível usar garrafas Pet como vasos e pregá-las em uma tela, optar por um alto investimento em um quadro verde tecnológico ou simplesmente colocar algumas prateleiras e enfeitar com flores. “A melhor opção vai de acordo com o gosto de cada um e com a função que aquele jardim terá dentro do contexto”.

•Conhecendo as plantas

“Plantas de pleno sol, meio sombra ou sombra são as opções que podem ser encaixadas nesse tipo de trabalho. Cada projeto merece atenção especial para as plantas, mas alguns vegetais já são conhecidos por quem reolve adotar essa prática. Algumas espécies são exemplo disso:
- Bromélias

- Orquídeas

- Peperômia

- Begônia

- Trepadeiras


Do jardim mais simples ao mais extravagante, o importante é cuidar para que as plantas continuem bem nutridas e que o ambiente continue com o frescor do “verde”

•Manutenção

“Nem todo mundo tem intimidade com a natureza, mas as vezes gosta da presença de algo verde para dar vida ao ambiente. Na hora da manutenção, busque alternativas práticas e promova a rega de acordo com as necessidades de cada espécie. Fique atento também a mistura de plantas, algumas podem encobrir plantas que gostam de sol e deixar descobertos vegetais que precisam ficar mais protegidos”.
Aos poucos, alternativas e soluções para melhorar a qualidade de vida da população urbana vão sendo criadas e é claro que cada um pode fazer a sua parte para entrar nessa positiva mudança.




Fundação imprime 261 mil livros de plástico reciclado

Além de mais resistentes, livros sintéticos economizam em 20% o uso de tinta de impressão/Foto: Horia Varlan

Eles parecem feitos de papel "couché", são resistentes, permitem a escrita de caneta esferográfica, caneta de ponta porosa e grafite. Essa é a tecnologia do livro de plástico, feito com plástico reciclado pós-consumo, aqueles que já foram usados em sacolas, embalagens e rótulos.
A Fundação Paula Souza vai imprimir 261 mil livros didáticos com esse material, para ser utilizado nas escolas técnicas e FATECs do estado de São Paulo. Para isso serão usadas 170 toneladas de Vitopaper, nome comercial da matéria prima. A tecnologia desenvolvida para a reutilização do plástico é da Vitopel, terceira maior produtora de filmes flexíveis do mundo.
A tecnologia utilizada na fabricação do papel sintético é a mesmo que a dos filmes flexíveis de polipropileno, um plástico de fácil modelagem e coloração, utilizado na produção de embalagens de alimentos, tubos de carga de caneta esferográficas, rótulos e até prancha de bodyboard.
Os novos livros terão características especiais: impermeabilidade, resistência a rasgos e amassos, e uma economia de 20% na tinta de impressão, pois o plástico absorve menos tinta que o papel. Além disso, quando o conteúdo do livro estiver defasado ou o estrago for muito grande, eles também podem ser reciclados.