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Pesquisadora nas áreas de sustentabilidade e saúde da habitação. Tem como objetivo projetar e prestar consultoria a clientes com interesse na busca pelo Viver Saudável, uma interação equilibrada entre meio ambiente, pessoas  e o Lar em que habitam.

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Muita Luz e Amor,

Celina Lago

29 de out de 2009

Casa mais sustentável


Por Marcos Lima
QUAL A MELHOR LÂMPADA?
Elas foram vedetes na época do apagão. Com a promessa de economizar até 80% de energia, as lâmpadas fluorescentes tomaram o lugar de milhares de incandescentes. Hoje, especialistas ponderam que a substituição precisa de critérios. "Ao acender, a fluorescente consome quase 50% mais do que gasta para se manter ligada", explica Carlos Eduardo Uchôa Fagundes, presidente da Abilux (Associação Brasileira da Indústria de Iluminação).
Por isso, em locais de uso intermitente, sua vida útil diminui e ela pode perder a vantagem econômica. "A incandescente, nessas condições, é mais adequada. Use um sensor de presença ou um dimmer a fim de reduzir o consumo", ensina o designer Guinter Parschalk, especialista em iluminação. "Em ambientes que pedem aconchego, a incandescente ainda é insubstituível", avalia o designer Fernando Prado. Na comparação, esse tipo de lâmpada leva vantagem em outros dois pontos: é produzida no Brasil (diferentemente dos bulbos compactos, importados basicamente da China) e tem reciclagem bem mais simples.

DESCARTE RESPONSÁVEL
Cerca de 6 milhões de lâmpadas fluorescentes são descartadas anualmente no Brasil. A reciclagem, porém, não chega a 4% desse total. "É um problema ambiental em função da presença do mercúrio, que vai para o solo e os lençóis freáticos", alerta Carlos Pachelli, da Tramppo, tel. (11) 3039-8382, São Paulo, empresa que recicla o material. Em São Paulo, as lojas Dominici e La Lampe passaram a coletar o resíduo dos clientes. Outras recicladoras:
• Bulbox, tel. (41) 3357-0778, Curitiba.
• Brasil Recicle, tel. (47) 3333-5055, Indaial, SC.
• Recitec, tel. (31) 3213-0898, Belo Horizonte.
A PROMESSA DOS LEDS

Aposta da indústria, os diodos emissores de luz (leds) colecionam qualidades como baixo consumo energético, flexibilidade nos projetos de iluminação e pouco impacto ambiental. "Ainda é algo novo, com preços altos. Mas o desenvolvimento de novas tecnologias tende a reduzir o custo", avalia o designer Fernando Prado. Em geral, a vida útil dessas lâmpadas é longa: chega a 50 mil horas. "Por isso, elas são recomendadas para áreas de difícil acesso, como piscinas, sancas e jardins", diz Guilherme Sartori, gerente de produtos da Osram. "E o ciclo de vida é mais sustentável, já que não há a contaminação no descarte e o alumínio ou aço da estrutura pode ser reciclado", diz Guinter Parschalk.
MANIFESTO POLÊMICO

Banidas por lei na Inglaterra e na Austrália, as incandescentes agora estão na mira do novo guia de iluminação da União Europeia. A partir deste mês, ficam proibidos os bulbos brancos e, em setembro de 2010, 0os transparentes completarão a extinção dessas lâmpadas. O renomado designer de iluminação Ingo Maurer, contrário à nova regra, lançou o manifesto Euro Condom: uma fina cobertura de silicone, resistente ao calor, que transforma o bulbo transparente em branco. O lema da campanha? "Proteja-se de leis estúpidas."
Fonte: http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/casa/casa-mais-sustentavel-503422.shtml

Telhado Verde em Módulos


Telhado verde em módulos
Idéia eficaz para trazer mais verde ao meio urbano, a cobertura gramada também atua como um bom isolante térmico e acústico
Idéia eficaz para trazer mais verde ao meio urbano, a cobertura gramada também atua como um bom isolante térmico e acústico. “Neste projeto, uma lâmina de água reaproveitada de 4 cm, situada abaixo da grama, ajuda a manter a temperatura interna ainda mais amena.
Trata-se de uma solução ideal para locais quentes e com longos períodos de estiagem, já que garante a rega do jardim”, explica a arquiteta gaúcha Patrícia Popp, que utilizou módulos fornecidos pela empresa Ecotelhado. A grama-esmeralda, que auxilia a filtragem da água no sistema de reúso, tem raízes curtas para não danificar os componentes do conjunto (abaixo).

O custo desse tipo de telhado (cerca de 50% maior em relação ao de telhas comuns) se paga, segundo a arquiteta. “Ele dispensa climatização interna e tratamento acústico, além de economizar água”, aponta.

REUSO DE ÁGUA
A água dos chuveiros e das pias é filtrada num reservatório e então bombeada até o telhado para a rega da grama, responsável por uma nova filtragem. Então, escoa para o sistema laminar, que a redireciona para as descargas.

SISTEMA LAMINAR
Os módulos (1) são posicionados sobre a laje impermeabilizada com os sulcos para baixo. Eles são cobertos com uma manta que os separa das raízes, sobre a qual se dispõe uma camada de substrato fibroso (2) onde será plantada a grama. Porosos, os módulos são feitos de um material rígido que retém a umidade e os nutrientes e permite a passagem da água. Regulada por um ladrão (3), a lâmina de água mantém-se em 4 cm. Para facilitar a manutenção, que deve ocorrer duas vezes ao ano, o ralo sifonado fica dentro de uma caixa de inspeção (4). O sistema tem, no total, 16 cm de espessura e pesa em torno de 120 kg/m2.
Fonte: Por Daniela Lapetina http://casa.abril.com.br/
Revista Arquiteura e Construção - 09/2008

Uma casa ecológica, de fato


A casa construída pelos biólogos Edna e Luiz Toledo, em Barra Mansa, Rio de Janeiro, é uma real demonstração de excelência na reciclagem e reutilização de materiais. Com três andares, a construção foi feita com 90% de materiais que poderiam ser considerados lixo, por muita gente.

“Lixo? Aqui nada é lixo”, diz Edna à reportagem da Terramérica, assinada por Fabiana Frayssinet. E ela fala com conhecimento de causa. Afinal, a casa foi construída quase que inteiramente com entulho de demolições, garrafas, vidro quebrado, embalagens plásticas, papeis, papelões, embalagens de leite, tampinhas e latas, material que muita gente descarta e que acaba indo parar nos lixões e aterros. Por uma questão de segurança, apenas as vigas e pilares foram erguidos com material de construção tradicional.
Além disso, no dia-a-dia do casal, o aproveitamento dos resíduos é uma constante. Cascas de frutas servem para o preparo de alimentos. Restos de comida vão para a compostagem na “decomposteira”, um recipiente de cerâmica, criado por Luiz. É de lá que sai o adubo para a horta de orgânicos que o casal mantém.
Na ponta do lápis, verifica-se que o custo da construção é 70% mais baixo do que seria, caso fossem utilizadas técnicas convencionais. Nesta onda, Edna e Luiz já estão dando andamento a um novo projeto. Trata-se do Condomínio Rural Ecológico Integrado Autossustentável, onde 20 casas e uma área de lazer já foram construídas com material reutilizado e todo um sistema de reaproveitamento dos resíduos deve funcionar.
Porém, o casal já avisa. Somente serão aceitas no condomínio as pessoas que compartilharem da mesma filosofia que não permite que nada seja visto como lixo.
Fonte: Revista Digital Envolverde http://envolverde.ig.com.br/

Como cultivar lilás?


O lilás é um arbusto muito utilizado em vários tipos de jardim pela beleza e rusticidade das suas flores. Seu nome científico, Syringa vulgaris, tem origem no grego “syrinx”, que significa “flauta”, já que os caules ocos dessa planta são utilizados para fabricar o instrumento. Dê cor e perfume ao seu jardim cultivando lilás.
Passos

1  Você pode cultivar lilás em vasos ou para formar maciços, cercas-vivas e alpendres.

2 Prepare o substrato onde você plantará o lilás revolvendo-o profundamente. O solo deve ser neutro. Não pode ser muito fértil para que o nível de acidez não aumente.

3 Mantenha o terreno úmido, regando duas ou três vezes por semana, de acordo com o microclima do seu jardim.

4 Depois que o lilás enraizar, a planta florescerá com a chegada dos dias quentes. Nesse momento é oportuno realizar uma poda de limpeza na folhagem mais perto do chão.

5 Com um borrifador, molhe os ramos com uma mistura de água e sabão branco dissolvido para evitar o ataque dos tatuzinhos de jardim, a principal praga que ataca esta planta.

6 A partir do primeiro ano você pode reproduzir o seu lilás usando uma das seguintes técnicas assexuadas: enxerto (utilizando o Ligustrum ovalifolium como porta-enxerto), mergulhia ou alporquia, estaquia ou divisão de touceiras.
Importante
•O lilás é muito fácil de cultivar porque se adapta a qualquer condição climática e a todos os tipos de solo.
•Se você quiser garantir uma grande floração, deixe a planta exposta a baixas temperaturas durante o inverno.
*Via BemSimples.

Alimentos Orgânicos, veja por que são tão interessantes


Veja por que dar preferência por alimentos orgânicos:

•O produto orgânico evita problemas de saúde causados pela ingestão de substâncias químicas tóxicas. Protege a qualidade da água, a fertilidade do solo, a vida silvestre e é mais nutritivo.
•Incluir produtos orgânicos nas compras incentiva a produção e no longo prazo, torna-os mais baratos.
•Para esclarecer, o alimento hidropônico (produzido na água) não é orgânico pois utiliza adubos químicos solúveis.
•O selo de certificação é a garantia do consumidor de estar adquirindo produtos orgânicos isentos de qualquer resíduo tóxico.
•O sistema de cultivo orgânico observa as leis da natureza, respeita as diferentes épocas de safra e todo o manejo agrícola está baseado na preservação dos recursos naturais, além de respeitar os direitos de seus trabalhadores.

Indicações para a primavera:
•Acerola
•Caju
•Jabuticaba
•Mamão
•Banana prata
•Manga
•Nectarina
•Morango
•Beterraba
•Alcachofra
•Espinafre
•Chicória.

Certificação
•Hoje, há várias instituições que dão certificados de garantia a produtos orgânicos: algumas das mais importantes são o IBD, a EcoCert e a AAOCert que só concedem o selo de qualidade a quem estiver em dia com uma agenda social (que inclui o combate ao trabalho infantil e cuidados com a saúde e a moradia dos agricultores) e ecológica!

Evento
•Nome: Feiras BioFach América Latina e ExpoSustentat
•Dias: 28 a 30 de outubro
•Horário: 13 às 21hs
•Local: Transamerica Expo Center
•Objetivo: reunir na mesma data e no mesmo local duas tendências do século XXI – Saúde e Sustentabilidade.
Este é o primeiro post de Iris, uma das novas colaboradoras do blog eco4planet. Iris é, segundo ela própria, “bióloga e professora. Realizou trabalho voluntário com plantas medicinais e horta, além de pesquisa sobre aves, interessada em ecologia e alimentação saudável”. Seja bem-vinda!
Fontes: Natureba, Planeta Orgânico, Viva com Orgânicos e Vida Simples. Imagem via boock

18 de out de 2009

EUA criam célula solar de silicone flexível

CHICAGO - Pesquisadores norte-americanos descobriram um jeito de fabricar células solares de silicone flexíveis o bastante para cobrirem a superfície de um lápis e transparentes o suficiente para tingir janelas de construções ou carros.

A descoberta, publicada no domingo (05/10) pelo jornal Nature Materials, propõe uma nova forma de processar silicone convencional, fatiando as bolachas em pedaços ultra finos e cuidadosamente os transferindo para uma superfície flexível.
“Podemos cortar fatias finas o bastante para colocá-las em plástico e construir sistemas de rolamento. Elas podem ficar cinzas como um negativo e ser aplicadas em vidro”, explicou John Rogers, responsável pela pesquisa e professor da Universidade de Illinois.

A demanda por células solares, que convertem energia solar em eletricidade, está crescendo por causa dos altos preços do combustível e das preocupações com mudanças climáticas.

Fonte: http://info.abril.com.br/

Plugados na natureza

SÃO PAULO – Na busca por energia limpa e economia de eletricidade, a força do sol, do vento e até do braço estão ligando os aparelhos. Lá fora, já existem até fabricantes especializados em gadgets verdes, como a inglesa Freeplay e a americana Kinesis. Confira algumas das novidades que ainda não deram as caras no Brasil.

Lâmpada LED afogada


Você já substituiu as lâmpadas incandescentes gastonas da sua casa pelos econômicos modelos de LED? Então talvez a troca já possa ser feita por uma lâmpada de LED com refrigeração líquida, como a HydraLux-4, da Eternaleds. Como toda LED, ela prima pela eficiência energética. O modelo consome 4 watts e ilumina como uma lâmpada incandescente de 25 watts. O líquido no interior do bulbo mantém a lâmpada fria, mas a sua maior vantagem é permitir que a luminosidade se espalhe em 360 graus, tal qual uma lâmpada comum. A HydraLux-4 custa 34,99 dólares e, segundo o fabricante, tem vida útil de 35 mil horas.

Carregador cata-vento


Com o carregador 5 em 1 K3, da Kinesis, não há tempo ruim para os donos de celulares, MP3 players, máquinas fotográficas e receptores. O acessório de 99,95 dólares é capaz de alimentar os gadgets obtendo energia da tomada, da porta USB de computadores, do acendedor de cigarros do carro, da luz do sol ou da força do vento. O fabricante afirma que, com uma hora de sol e vento, o K3 acumula carga para meia hora de conversa pelo celular ou 300 horas de música rolando no MP3 player. Em seu nível máximo de carga, a bateria interna de íons de lítio de 4 000 mAh do K3 seria suficiente para recarregar um celular até cinco vezes. E ele funciona até embaixo de temporal, pois é à prova d’água.

 Energia no Braço


Nem se a bateria interna do rádio AM/FM com painel solar e lanterna de LED EyeMax, da Freeplay, pedir arrego no meio da noite o dono do equipamento ficará sem música ou perdidão no escuro. Ele só vai precisar fazer uma forcinha para girar a manivela. Cada minuto girando se transforma em energia para uma hora de música, diz o fabricante. Assim, o exercício extra não vai matar ninguém até o sol voltar a brilhar para carregar totalmente a bateria de Ni-MH (níquel metal hidreto) do EyeMax, capaz de oferecer uma autonomia de 25 horas de música. O rádio lanterna custa 49,99 dólares.
Fonte: http://info.abril.com.br/noticias/tecnologias-verdes/plugados-na-natureza-05102009-15.shl

Telhado muda de cor e economiza energia


                                             Telhado muda de cor e economiza energia
SÃO PAULO – Alunos do MIT desenvolvem telhas que ficam pretas ou brancas dependendo da temperatura ambiente.

Quem já parou o carro na rua em dia de Sol forte sabe bem que as superfícies pretas absorvem calor de forma muito eficiente. Por outro lado, superfícies brancas refletem a luz e esquentam menos.
Nesse contexto, um telhado escuro pode ajudar uma casa permanecer quente no inverno, diminuindo gastos com o aquecimento. No entanto, no verão, é definitivamente uma péssima idéia ter telhas pretas, já que faria o ar condicionado funcionaria a todo vapor. Para estações mais quentes, uma cobertura clara seria bem mais recomendável.
Pensando nisso, os estudantes do Massachusetts Institute of Technoly criaram a Thermeleon, telha capaz de mudar de cor para aproveitar melhor o calor e economizar energia.
O material, como o próprio nome diz, reage à temperatura, se tornando branco quando está quente e preto quando está frio e é necessário absorver o calor – daí ele ter sido batizado em homenagem ao camaleão.
As medidas de laboratório mostram que, no estado branco, as telhas refletem 80% da luz do sol que infringe sobre elas. Escuras, refletem apenas 30%. Isso significa que, no verão, elas poderiam salvar até 20% dos gastos atuais com ar condicionado.
As telhas são feitas com um polímero comum comercial em uma solução de água. Essa solução está encapsulada entre camadas de vidro e plástico e com uma camada escura atrás.
Quando a temperatura está abaixo de um certo nível (que pode ser escolhido pela variação da fórmula) o polímero permanece dissolvido, e o fundo escuro aparece. Quando a temperatura sobe, o polímero se condensa e forma pequenas gotas, que refletem a luz e produzem uma superfície branca.
Ainda sem planos de comercialização, a telha do MIT deve sofrer algumas alterações em uma nova versão e seguir para uma bateria de testes de durabilidade.
Fonte: http://info.abril.com.br/noticias/tecnologias-verdes/telhado-muda-de-cor-e-economiza-energia-09102009-10.shl

11 de out de 2009

Como substituir as lâmpadas de 100 watts para economizar?


Diante da iminente retirada das lâmpadas incandescentes de 100 watts do mercado, conheça as equivalências com outras tecnologias para fazer uma substituição gradual na sua casa. Você contribuirá com o meio ambiente reduzindo o consumo de energia e depois economizará muito nas contas de luz.
Passos
1

Você pode adotar as lâmpadas fluorescentes compactas (também conhecidas como lâmpadas de baixo consumo) de 25 watts, que equivalem a uma de 100 watts incandescente. Elas custam mais, porém garantem uma economia de 65% a 80% de energia.
2
Se você substituir as lâmpadas incandescentes de 100 watts por lâmpadas halógenas, reduzirá o consumo de luz de 25% a 45%.
3
Outra possibilidade é adquirir quatro lâmpadas dicroicas compostas por 21 leds de alta luminescência (no total vão equivaler a uma lâmpada de 100 watts). Elas também são mais caras, mas não emitem calor e cada uma tem 30 mil horas de vida útil.
4
Se você usar lâmpadas de baixo consumo onde as luzes ficam acessas durante quatro horas por dia evitará gastar 30% de eletricidade.
5
As lâmpadas fluorescentes compactas são indicadas para cozinhas, quartos e salas.
Importante
•A medida que proíbe a fabricação e a importação de lâmpadas incandescentes já entrou em vigor na União Europeia, em Cuba e nos Estados Unidos. Em breve deve ser adotada no Brasil e na Argentina.
•Até o fim de 2012, todas as lâmpadas incandescentes serão retiradas do mercado dos países da União Europeia.
*Fonte: http://www.bemsimples.com/

7 de out de 2009

GEOBIOLOGIA

Toda construção é um ser vivo, composto de uma anatomia e de uma fisiologia particulares que conferem, em sua conjunção, características saudáveis ou não ao ambiente. Características estas que são passadas a seus usuários e moradores interferindo diretamente em sua qualidade de vida.

A noção de que os espaços interagem com as pessoas e de que esta interação pode ser saudável ou insalubre é o fundamento da Biologia da Construção, também conhecida por Geobiologia. Assim, ela pode ser definida como o estudo do impacto das construções sobre a saúde humana e a aplicação desse conhecimento para a construção ou modificação de lares e locais de trabalho.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) concebe o termo Habitação Saudável partindo do pressuposto de que a habitação atua como um agente da saúde de seus moradores. De outro lado, descreve a Síndrome do Edifício Enfermo como a condição médica em que indivíduos adoecem sem razão aparente ao habitar ou trabalhar em um dado edifício e que os sintomas se agravam com o aumento da permanência no mesmo. A OMS considera, ainda, que esta condição leva a uma severa diminuição da capacidade de trabalho e perda de produtividade.
A Biologia da Construção busca, assim, gerar a Casa Saudável, mantendo sempre seu enfoque positivo, ou seja, tratando as casas como fonte de saúde e não de doenças.
Seja comercial ou residencial, a habitação torna-se, naturalmente, um espelho de nosso modo de viver, de nossa personalidade e de nossa alma. Até certo ponto, o contrário também pode acontecer. Podemos nos tornar reflexos dos lugares que frequentamos, já que somos alterados por eles caso a permanecia seja duradoura.
Em primeiro lugar, desejamos que uma casa, ou um escritório, nos proteja das intempéries e das agressões naturais, e, em segundo lugar, que tenha um mínimo de conforto. Além disso, o design, as cores, os móveis e todos os demais detalhes serão a expressão do nosso modo de viver dentro e fora de "quatro paredes".
A busca por habitações saudáveis, que nos tragam qualidade de vida e que sejam harmoniosas com o meio ambiente vem como uma resposta de seres humanos mais sensíveis à rápida e abrupta mudança que nossa espécie tem causado a si própria e ao planeta.
O ser humano, ao entender que o seu modo de vida atual é incompatível com a manutenção da vida, tem que buscar, conscientemente, entender como a vida se processa para resgatar o equilíbrio - antes natural e quase inconsciente - que ele perdeu após a Revolução Industrial.
A observação dos desastres ecológicos e sua repercussão em nossa vida, bem como os desequilíbrios causados à nossa saúde por maus hábitos, nos fizeram buscar algo que chamamos de qualidade de vida, ou seja, viver com saúde, com alegria e felicidade sem machucar ou causar dano ao próximo e à natureza.
A extrapolação destes conceitos à casa ou escritório, procurando fazer com que estes reflitam essa preocupação pessoal, humanitária e ambiental é o que faz a ciência da Geobiologia ganhar cada vez mais força no mundo todo, juntamente com outros movimentos que buscam incentivar conceitos como qualidade de vida, sustentabilidade, vida saudável, ecologia, dentre outros.
Assim, passamos a ver nossa habitação como uma terceira pele, das cinco que temos. Nossa primeira pele é a orgânica, que cobre nosso corpo, a segunda são as nossas vestimentas, que devem ser tão seletivamente permeáveis quanto a primeira. A terceira pele a nossa casa, a quarta nossa cidade, vila, lugarejo, ou casa no campo, e a quinta e mais abrangente a nossa Terra, casa onde todos habitam. Todas estas cinco peles, ou organismos devem trabalhar em conjunto e são partes de um único organismo.
Os principais fatores estudados pela geobiologia, no sentido de trazer saúde aos espaços e conseqüentemente aos seus moradores são:
Qualidade Interna do Ar
Umidade
Temperatura
Som
Iluminação
Radioatividade
Magnetismo natural
Eletromagnetismo
Proporções harmonicas
Ergonomia
Materiais de construção
Perturbações geológicas

Raízes históricas:
A Geobiologia foi concebida com este nome a partir do século XX, mas é considerada uma ciência ponte entre um legado de conhecimentos antigos e as formas modernas de se observar o mundo, tendo sempre em consideração a relação entre a habitação e a saúde.
Hipócrates, em sua obra "Sobre os Ares, Águas e Lugares", falava da influência da localização geográfica e dos elementos físicos/ambientais como clima, disponibilidade, qualidade e facilidade de acesso à água, presença de vegetação, ventos, sobre a saúde e estereótipo dos habitantes de cada lugar.
Podemos observar que na cultura chinesa antiga, o mesmo indivíduo que praticava a medicina conhecida por Medicina Tradicional Chinesa, tendo a Acupuntura como a sua maior expressão, também praticava o que hoje se chama Feng-Shui, que na época era considerada a extensão do conceito de saúde para a habitação.
A mesma dinâmica era encontrada na Índia, onde a Vaastu Shastra, uma ciência de equilíbrio dos espaços, e a Ayurveda, a medicina Indiana, eram praticadas pela mesma pessoa.
No Egito Antigo, a figura dos arquitetos e sacerdotes dos templos atuavam também na profissão de médicos, como nos indicam várias inscrições antigas.
Nas Américas, podemos ver a figura do comumente chamado Pagé, ou Xamã, como sendo também o consultor para a localização da aldeia e suas habitações.
Observamos, portanto, que o conceito de arquitetura e medicina sempre estiveram ligados à existência humana e que a busca por Casas Saudáveis nos acompanhará em nossa jornada rumo a um mundo e uma sociedade mais saudáveis e sustentáveis.
Por: Allan Lopes

Fonte: http://www.allanlopes.com.br/

6 de out de 2009

Dica: Como obter água potável na natureza?


O método Sodis (Processo Solar de Desinfecção) permite em poucos passos bem simples melhorar a qualidade microbiológica da água utilizando apenas uma garrafa de plástico e a radiação solar. Você pode aplicar este método em uma emergência, em um acampamento ou em uma caminhada, por exemplo. Transforme em potável a água de um rio ou lago em 7 passos.
Você precisa de

Garrafa de plástico transparente
Passos



1
Lave bem uma garrafa de plástico transparente para eliminar qualquer tipo de resíduo.





2

Encha a garrafa com água de rio ou lago e feche-a com a tampa.






3

A água não deve ser muito turva. Se você puder ler um texto através da garrafa com água isso indica que ela poderá ser bebida depois de passar por este processo.



4

Coloque a garrafa na horizontal em um lugar que receba luz solar direta.






5

Se você tiver à mão uma chapa de zinco, como um teto, encaixe a garrafa em uma das canaletas. O metal aumentará a temperatura da garrafa.





6

Deixe a garrafa exposta à radiação solar durante pelo menos seis horas. Se você a colocar sobre um metal e ela alcançar uma temperatura superior a 50º C, o processo será três vezes mais rápido.


7 Passado o tempo de exposição você pode beber a água sem medo de contrair doenças.

Importante

•O método Sodis deve ser aplicado apenas a pequenas quantidades de água.
•Não utilize garrafas com mais de 2 litros.
*Fonte:BemSimples.

4 de out de 2009

Lixeira e composteira orgânica em um mesmo produto


Não é novidade que composteiras são excelentes alternativas para reduzir o lixo orgânico e criar adubos de alta qualidade para todo tipo de plantação. Para reforçar essa ideia, o designer industrial Julien Bergignant criou um conceito de lixeira que possui um sistema de compostagem agregado e capaz de transformar lixo em composto orgânico automaticamente.


A Envi é uma lixeira urbana feita para coletar resíduos orgânicos, como restos de comidas, folhas e outros materiais. Dentro dela, substâncias baseada em fotocatálise acelera o processo de degradação dos resíduos, elimina maus cheiros e gases poluentes.


“Hoje, devido a mudanças climáticas, as questões políticas, a evolução social e os mercados emergentes, estamos lutando contra o relógio com os nossos resíduos. Por isso o design se torna, mais do que nunca, responsável pelo futuro verde do ambiente”, defendem.
O designer conta ainda que a lixeira funciona como um indicador das atividades humanas e seus impactos no meio ambiente.
“Se as ações das pessoas forem positivas, a planta cresce, se não forem, ela desaparece”, conta. O produto é feito com aço inoxidável, alumínio, vidro, polipropileno e polietileno e, por enquanto, e apenas um projeto. Mais informações no site do Julien Bergignant ou pelo e-mail contact@julienbergignat.com.
Fonte: http://www.ecodesenvolvimento.org.br/

3 de out de 2009

Concurso Complexo Hotel Paineiras

O vencedor do Concurso Complexo Hotel Paineiras, organizado pelo IAB-RJ (Instituto dos Arquitetos do Brasil), foi saudado pelo público na cerimônia de premiação, realizada na última sexta-feira (25.09) na sede do instituto.
O projeto arquitetônico, idealizado pelo escritório paulista Estúdio América, faz parte do plano de revitalização do Complexo Corcovado, que abrange, entre outros locais, o Hotel Paineiras, inaugurado em 1884 por Dom Pedro II e fechado há mais de 25 anos.
Dentre as novidades propostas, pode-se destacar a ampla infraestrutura de visitação, que inclui jardins suspensos, museu a céu aberto, restaurante com vista panorâmica, centro de convenções, lojas, café e estacionamentos. “O partido do projeto adotou como prioridades o passeio, como essência do sentido de estar no parque, e a paisagem, como protagonista exuberante”, explica a equipe vencedora. As obras devem começar ano que vem e o novo Hotel Paineiras deve ficar pronto em 2011.
Agora é aguardar a (re)inauguração desse patrimônio turístico-ambiental, pois cuidar de nossa história é também cuidar de nosso futuro.
Parabéns aos premiados e ao Rio de Janeiro!
*Veja abaixo as imagens do projeto e foto dos vencedores.

  

  

    

  
Da esquerda para a direita: Lucas Fehr (Estúdio América), Carlos Garcia (EA), Ricardo Calmon (Chefe do Parna-Tijuca), Ricardo Soavinski (Diretor de Unidades de Conservação de Proteção Integral – ICMBio), Mario Figueroa (EA), Dayse Góis (Presidente IAB-RJ), Carlos Minc (Ministro do Meio Ambiente), Guilherme Motta (chefe da EA) e Marcus Damon (EA).
Fonte: Blog PARNA-Tijuca

AS OLIMPÍADAS 2016 É NOOOOOOOOOSSA!!!!

VAMOS TRANSFORMAR O RIO+VERDE!!!!!

Exibido em Copenhagem (02/10/2009)
Por um Rio melhor!
Leia mais: http://www.inverde.org/